“Zelão”, apontado como mandante de homicídio de mulher grávida em Teixeira, é executado a tiros em São Mateus

Na tarde deste domingo (22), um homicídio ocorrido na Avenida Oceano Atlântico, em Guriri, no município de São Mateus (ES), movimentou as atenções para o histórico criminoso de Neilton de Souza Chaves, vulgo “Zelão” , que foi executado a tiros por indivíduos ainda não identificados. “Zelão” estava na orla de Guriri quando foi alvo de diversos disparos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve no local, mas ele já estava sem sinais vitais. A Polícia Militar do Espírito Santo isolou a área e aguardou a chegada da Polícia Civil para o levantamento cadavérico e remoção do corpo. Histórico Criminal Nilton, o “Zelão”, é apontado pela Polícia como responsável por diversos crimes em Teixeira de Freitas, tanto como mandante quanto como executor. Ele já foi alvo de mandados de prisão por uma série de crimes, sendo identificado em investigações da Polícia Civil com apoio da Polícia Militar. Nos crimes de maior repercussão, Zelão era apontado como o mandante do homicídio que vitimou uma mulher grávida em outubro de 2019, em um bar no bairro São Lourenço, em Teixeira de Freitas. A vítima, grávida de seis meses, foi assassinada em um ataque que ficou marcado pela brutalidade. Antecedentes de Prisões e Fuga Zelão já havia sido preso em março de 2019 durante uma ação conjunta do Núcleo de Homicídios e Tráfico (NHT) da 8ª COORPIN/Teixeira de Freitas e do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (NUROC) do Espírito Santo. Na ocasião, ele e Genilson Silva Santos, o “Ciclone”, foram capturados no município de Serra (ES) e apontados como participantes da chacina ocorrida em 2 de junho de 2018 no Bar das Coleguinhas, no bairro Liberdade, que resultou na morte de Walas de Jesus Santos e em tentativas de homicídio contra outras três pessoas. Antes disso, em julho de 2018, Zelão já constava na lista de foragidos da Mega Operação “Teixeira Livre”, deflagrada para desarticular grupos criminosos que disputavam o controle do tráfico de drogas na cidade. Na ocasião, ele era apontado como integrante do “Grupo de Beto Carroceiro” , uma das facções responsáveis pela maioria dos homicídios na região. Investigações em Andamento O corpo de Neilton foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de São Mateus, onde será necropsiado e, em seguida, liberado aos familiares para velório e sepultamento. A Polícia Civil do Espírito Santo instaurou inquérito policial para investigar a autoria e a motivação do homicídio.  

Escândalos no governo Casagrande.

A denúncia apresentada pelo deputado Lucas Polese joga luz sobre um episódio que, se não fosse trágico, seria cômico. O diretor-presidente do DER-ES, José Eustáquio de Freitas, teria sido beneficiado com cerca de R$ 3,2 milhões em indenização por desapropriação de área atingida por uma obra do próprio órgão que ele dirige. Sim, você leu certo: o chefe da caneta também estaria do outro lado do balcão. A rapidez no pagamento, os valores envolvidos e, principalmente, o evidente conflito moral de um gestor público ser beneficiado por uma decisão administrativa ligada à estrutura que ele comanda. E onde entra o governador Renato Casagrande nessa história? No papel de espectador silencioso. Até o momento, nenhuma reação firme, nenhuma iniciativa pública contundente para afastar dúvidas ou determinar uma apuração imediata com transparência total. O caso foi levado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES), ao Ministério Público e à Assembleia Legislativa para apuração, mas isso não diminui a necessidade de uma resposta imediata e pública por parte de Casagrande. Esperamos que os deputados convoquem o Sr. Freitas para prestar todos os devido esclarecimentos para a população capixaba!

Ruas de Guriri em estado crítico prefeito que pegou empréstimo milionário, só olha pelo centro do balneário.

A anos a população do balneário de Guriri vem sofrendo com descasos dos gestores públicos. Entra prefeito e sai prefeito, e os problemas continuam. Na época de campanha as promessas são sempre as mesmas. As ruas  do balneário estão intransitáveis. Buracos, alagamentos, lixo espalhado e o matagal tomando conta. Ha vários atoleiros em todo o balneário. Não se vê máquinas trabalhando. Proprietários de veículos vem amargando grandes prejuízos com seus veículos sendo danificados por conta das péssimas condições das vias públicas.     Nessa época chuvosa, as infestações de mosquitos aumenta consideravelmente e, não temos o trabalho do carro fumacê. Isso coloca a população em risco de saúde, devido caso de dengue e outras doenças transmitida pelos mosquitos. Investir no turismo é importante, más é importante investir no bem estar da população. Turistas transitam também nas áreas periféricas do balneário e já estão reclamando das péssimas condições das ruas.

Ex nora de lula sofre mais uma busca e apreensão em uma ação da polícia federal, onde foi encontrada grande quantidades de aemas

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15/1), a terceira fase da Operação Coffee Break, que apura um esquema de fraudes em licitações públicas para fornecimento de materiais didáticos a prefeituras do interior de São Paulo. Na fase anterior da operação, a PF teve como alvo Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, enteado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta etapa, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em São Paulo, além da execução de medidas de constrição patrimonial autorizadas pela Justiça. A nova fase dá continuidade à operação iniciada em novembro do ano passado, quando a Polícia Federal cumpriu 50 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Distrito Federal e Paraná. Carla Ariane Trindade é investigada sob suspeita de receber propinas do empresário André Gonçalves Mariano, apontado pelos investigadores como pivô do esquema. Segundo a Polícia Federal, André Mariano teria contratado Carla Ariane para obter vantagens junto ao governo federal. Em uma agenda apreendida durante as investigações, o nome dela aparece acompanhado do apelido “Nora”, em referência ao vínculo familiar que manteve com o presidente. A PF sustenta que recursos do Ministério da Educação (MEC) destinados à compra de materiais didáticos foram desviados por meio do direcionamento e do superfaturamento dos contratos.

O Parasita Marxista: Parte I — O Câncer Comunista do Capital Aberto

O capitalismo clássico parte de uma regra simples e honesta: quem assume o risco decide, quem decide responde e quem erra paga o preço. Durante décadas, essa lógica sustentou inovação, crescimento e concorrência real. O problema começa quando a propriedade deixa de significar controle e o mercado deixa de significar liberdade. O capital aberto moderno não aperfeiçoou o capitalismo, ele o deformou. Transformou empresas privadas em estruturas politicamente condicionadas, incapazes de agir com autonomia e responsabilidade. O impasse envolvendo David Zaslav, a Warner Bros. Discovery, a Netflix e a família Ellison não é um episódio isolado do setor de entretenimento. Ele é um sintoma claro de um sistema que se diz capitalista, mas funciona como um arranjo político-financeiro disfarçado de mercado. Para entender por que uma empresa do tamanho da Warner simplesmente não consegue decidir o próprio destino, é preciso olhar para a história recente. Até meados do século XX, empresas existiam para produzir bens, serviços e cultura. A bolsa existia para financiar essa produção. O valor das ações era consequência do desempenho real. Esse equilíbrio começa a ruir quando, em 1971, o mundo abandona qualquer lastro material da moeda. A partir daí, valor deixa de representar produção e passa a representar expectativa, narrativa e alinhamento político. Nasce o capitalismo financeiro moderno.E com ele, o capital aberto deixa de ser ferramenta e passa a ser instrumento de controle indireto. Empresas abertas passam a responder menos ao consumidor e mais a acionistas pulverizados, fundos gigantescos, agências reguladoras e governos. O Estado não precisa mais estatizar empresas, ele passa a condicioná-las por meio de regulações, incentivos, riscos jurídicos e chantagem institucional. O livre mercado vai sendo substituído por um mercado tutelado, onde toda grande decisão precisa atravessar filtros políticos invisíveis. É exatamente nesse ambiente que a Warner está presa hoje. Zaslav tenta conduzir a venda da empresa, anuncia o comprador, mas ainda patina em um suposto acordo prévio. O comprador pretendido sempre foi a Netflix, sob a liderança de Ted Sarandos. O motivo é simples e nada sofisticado: Zaslav não gosta de Donald Trump. Não há cálculo estratégico elevado nem tese cultural profunda, há antipatia política. E isso, por si só, não deveria importar absolutamente nada. O que importa é a consequência. Ele não consegue vender a empresa para quem quer. No modelo de capital aberto, a decisão final não pertence ao gestor nem ao controlador nominal. Ela é capturada pela vantagem majoritária de acionistas abstratos, por ofertas hostis concorrentes e pelo peso do lobby regulatório. O comando executivo perde autonomia, a empresa entra em paralisia estratégica e o ativo cultural fica suspenso em um limbo permanente. Quando o dono não manda, a empresa já não é privada, ela é apenas formalmente privada. Esse mesmo modelo ajuda a explicar a degradação cultural de Hollywood, mas não da forma simplista que muitos repetem. Durante anos, a indústria foi dominada por uma agenda ideológica conhecida como woke, não porque o mercado pediu isso, mas porque o mercado deixou de existir de verdade. A fragmentação da propriedade, somada à interferência estatal indireta e ao lobby político-cultural, criou um ambiente onde decisões passaram a ser guiadas por medo regulatório, ameaças de cancelamento institucional e alinhamento com burocracias culturais. O Estado não precisou censurar diretamente. Ele terceirizou a censura. Quando ninguém manda de verdade, quem grita mais alto e quem controla regras, incentivos e punições, assume o comando. O resultado foi uma indústria cultural alienada do público, protegida por barreiras institucionais e cada vez mais hostil ao consumidor real. É aqui que o contraste com empresas verdadeiramente privadas se torna impossível de ignorar. A Valve é um exemplo raro e didático de como o capitalismo funciona quando ainda é capitalismo. Empresa de capital fechado, controle real dos fundadores e decisões tomadas com base em visão de longo prazo, não em pressão trimestral. A Valve criou a Steam, que revolucionou a distribuição de jogos no PC, ampliou o mercado, reduziu pirataria e deu ferramentas para pequenos desenvolvedores competirem em pé de igualdade com gigantes. Em vez de sugar o ecossistema, a Valve investiu nele. Criou sistemas de avaliação pelos próprios usuários, fomentou mods, comunidades, campeonatos e economias internas que beneficiaram jogadores e criadores. Quando decidiu entrar em hardware, não fez para travar o mercado, mas para ampliá-lo. O Steam Deck não fechou o usuário em um jardim murado, ele expandiu o acesso ao PC gaming, estimulou concorrência e forçou o setor inteiro a evoluir. Nada disso veio de lobby estatal.Nada disso veio de pressão regulatória.Nada disso veio de acionistas abstratos exigindo retorno imediato. Veio de risco, decisão e responsabilidade. Isso é capitalismo real. Livre iniciativa, investimento direto, fortalecimento de comunidades e melhora contínua da qualidade entregue ao consumidor. Sem interferência política disfarçada, sem censura indireta, sem engenharia social embutida em “governança”. O que vemos hoje no entretenimento e cada vez mais na tecnologia, é outra coisa. É um sistema que se apresenta como mercado, mas funciona como um aparelho político-financeiro, onde a propriedade é nominal, o controle é coletivo e o Estado atua sem jamais assumir o nome. O capital aberto, nesse formato moderno, não é uma evolução do capitalismo.É a sua negação prática. E talvez a pergunta final seja a mais incômoda de todas: o mundo passou séculos inovando, criando riqueza, cultura e tecnologia sem esse modelo de capital aberto moderno. Se ele hoje paralisa decisões, destrói autonomia, captura empresas e degrada o livre mercado, por quanto tempo ainda vamos fingir que ele é indispensável e não exatamente o contrário?

Homem que estuprou, matou e esquartejou menino de 9 anos é executado horas depois de deixar a cadeia

Na manhã desta quarta-feira (10), em Sinop (MT), o pedreiro João Ferreira da Silva, condenado por estvpr4r e mat4r um menino de 9 anos em 2005, foi execut4do a tiros poucas horas após deixar a Penitenciária Osvaldo Ferreira Leite, onde cumpria pena há cerca de 20 anos. O crime aconteceu em frente a uma pousada, e câmeras de segurança registraram dois homens se aproximando de João e atir4ndo contra ele antes de fugirem do local. João havia saído da prisão na terça-feira (9) após obter progressão de regime, passando do fechado para o semiaberto, decisão tomada pela Justiça em função de seu comportamento carcerário. Ele respondia a uma condenação de 42 anos por estvpr0 de vulnerável, hom1cídio qualificado e ocultação de c4dáver pelo caso do menino Bruno Aparecido dos Santos, atraído para uma obra e posteriormente ass4ssin4do e enterrado. A Polícia Civil de Mato Grosso, junto à perícia, isolou a área e iniciou as investigações para identificar os responsáveis pelo h0micíd1o e determinar se a execução tem relação direta com a libertação recente de João. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as apurações seguem em andamento para esclarecer a motivação e a autoria do ataque.   Sei que não devo, más vou dar minha opinião… Espero que a polícia não vá atrás de quem livrou o mundo desse monstro.

O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra nove pessoas por suspeita de organização criminosa e lavagem de dinheiro na Operação Coffee Break, que investiga desvio de verbas da Educação em cidades do interior paulista.

A acusação pede que o TRF-3 abra novo inquérito para apurar a possível participação de Carla Ariane Trindade, ex-nora de Lula, e de Kalil Bittar, ex-sócio de Lulinha. O MPF afirma que Carla fez seis viagens a Brasília pagas por André Mariano para buscar apoio a projetos ligados ao esquema. Kalil é apontado como recebedor de uma mesada de 210 mil reais vinda de Mariano. A defesa dele nega e diz que os valores se referem a serviços prestados. A ex-esposa dele teria intermediado depósitos no total de 60 mil reais em 2023. O empresário André Mariano e o doleiro Abdalla Ahmad Fares estão entre os nomes que o MPF quer transformar em réus. Eles são acusados de superfaturar livros e pagar propina por meio de operadores financeiros, doleiros e movimentação em criptomoedas. Até uma loja de vinhos teria sido usada para lavar parte do dinheiro. A denúncia ainda solicita 24 novas apurações envolvendo outros possíveis participantes, como o lobista Magno Romero e o vice-prefeito afastado de Hortolândia, Cafu Cesar. As defesas dos acusados alegam inocência e afirmam que apresentarão todos os esclarecimentos no processo.

Câmara aprova projeto que irá reduzir as penas das vítimas do judiciário. Justiça começa a ser feita

Câmara aprova redução de penas para Bolsonaro e condenados por suposta tentativa de golpe: Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. O projeto segue para análise do Senado Federal.   A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o texto base do chamado projeto de lei da Dosimetria. A proposta reduz as penas e o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos condenados pela tentativa de golpe de Estado que culminou nos atentados de 8 de janeiro de 2023. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. O projeto segue para análise do Senado Federal. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a proposta será votada ainda em 2025. Caso seja aprovado, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode optar pelo veto integral ou parcial do texto. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. Todos os 65 deputados presentes do PT votaram contra o projeto de lei; 75 deputados do PL votaram a favor da redução de penas. O único voto contrário do partido foi de Osmar Terra (PL-RS); Todos deputados presentes do PSOL (12 votos), PCdoB (9 votos), PV (3 votos) e Rede (3 votos) tiveram votos contrários; Já todos os deputados presentes do PRD (5 votos), Novo (5 votos) e Cidadania (3 votos), tiveram votos favoráveis ao projeto; A maioria dos deputados presentes do União Brasil (47 a favor e 4 contra), do PP (39 a favor e 2 contra), do PSD (24 a favor e 12 contra), Republicanos (32 a favor e 2 contra), do MDB (25 a favor e 5 contra), do Podemos (14 votos a favor e 1 contra), Avante (6 a favor e 1 contra) e Solidariedade (4 a favor e 1 contra) votaram a favoráveis ao projeto; PDT e PSB tiveram a maioria dos deputados votando contra o projeto: 13 a contra e 1 a favor, e 12 contra e 1 a favor, respectivamente; A única abstenção foi do deputado Sydney Leite (PSD-AM).

Mais segurança para agricultores

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o projeto que libera o porte de arma de fogo no meio rural para proprietários e trabalhadores rurais. A proposta, de autoria do deputado Afonso Hamm, permite que maiores de 25 anos solicitem a licença mediante apresentação de documentos pessoais, comprovação de residência e atestado de bons antecedentes. O texto prevê que o porte seja restrito ao ambiente rural e busca oferecer meios legais de defesa para famílias que vivem em áreas onde o acesso à segurança pública é menor. O projeto segue para análise das próximas comissões antes de avançar ao plenário.

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