Ruas de Guriri em estado crítico prefeito que pegou empréstimo milionário, só olha pelo centro do balneário.

A anos a população do balneário de Guriri vem sofrendo com descasos dos gestores públicos. Entra prefeito e sai prefeito, e os problemas continuam. Na época de campanha as promessas são sempre as mesmas. As ruas do balneário estão intransitáveis. Buracos, alagamentos, lixo espalhado e o matagal tomando conta. Ha vários atoleiros em todo o balneário. Não se vê máquinas trabalhando. Proprietários de veículos vem amargando grandes prejuízos com seus veículos sendo danificados por conta das péssimas condições das vias públicas. Nessa época chuvosa, as infestações de mosquitos aumenta consideravelmente e, não temos o trabalho do carro fumacê. Isso coloca a população em risco de saúde, devido caso de dengue e outras doenças transmitida pelos mosquitos. Investir no turismo é importante, más é importante investir no bem estar da população. Turistas transitam também nas áreas periféricas do balneário e já estão reclamando das péssimas condições das ruas.
Guriri, uma vergonha internacional.

Entra ano e sai ano e a palhaçada continua a mesma.
Ex nora de lula sofre mais uma busca e apreensão em uma ação da polícia federal, onde foi encontrada grande quantidades de aemas

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (15/1), a terceira fase da Operação Coffee Break, que apura um esquema de fraudes em licitações públicas para fornecimento de materiais didáticos a prefeituras do interior de São Paulo. Na fase anterior da operação, a PF teve como alvo Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, enteado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta etapa, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em São Paulo, além da execução de medidas de constrição patrimonial autorizadas pela Justiça. A nova fase dá continuidade à operação iniciada em novembro do ano passado, quando a Polícia Federal cumpriu 50 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Distrito Federal e Paraná. Carla Ariane Trindade é investigada sob suspeita de receber propinas do empresário André Gonçalves Mariano, apontado pelos investigadores como pivô do esquema. Segundo a Polícia Federal, André Mariano teria contratado Carla Ariane para obter vantagens junto ao governo federal. Em uma agenda apreendida durante as investigações, o nome dela aparece acompanhado do apelido “Nora”, em referência ao vínculo familiar que manteve com o presidente. A PF sustenta que recursos do Ministério da Educação (MEC) destinados à compra de materiais didáticos foram desviados por meio do direcionamento e do superfaturamento dos contratos.
O Parasita Marxista: Parte I — O Câncer Comunista do Capital Aberto

O capitalismo clássico parte de uma regra simples e honesta: quem assume o risco decide, quem decide responde e quem erra paga o preço. Durante décadas, essa lógica sustentou inovação, crescimento e concorrência real. O problema começa quando a propriedade deixa de significar controle e o mercado deixa de significar liberdade. O capital aberto moderno não aperfeiçoou o capitalismo, ele o deformou. Transformou empresas privadas em estruturas politicamente condicionadas, incapazes de agir com autonomia e responsabilidade. O impasse envolvendo David Zaslav, a Warner Bros. Discovery, a Netflix e a família Ellison não é um episódio isolado do setor de entretenimento. Ele é um sintoma claro de um sistema que se diz capitalista, mas funciona como um arranjo político-financeiro disfarçado de mercado. Para entender por que uma empresa do tamanho da Warner simplesmente não consegue decidir o próprio destino, é preciso olhar para a história recente. Até meados do século XX, empresas existiam para produzir bens, serviços e cultura. A bolsa existia para financiar essa produção. O valor das ações era consequência do desempenho real. Esse equilíbrio começa a ruir quando, em 1971, o mundo abandona qualquer lastro material da moeda. A partir daí, valor deixa de representar produção e passa a representar expectativa, narrativa e alinhamento político. Nasce o capitalismo financeiro moderno.E com ele, o capital aberto deixa de ser ferramenta e passa a ser instrumento de controle indireto. Empresas abertas passam a responder menos ao consumidor e mais a acionistas pulverizados, fundos gigantescos, agências reguladoras e governos. O Estado não precisa mais estatizar empresas, ele passa a condicioná-las por meio de regulações, incentivos, riscos jurídicos e chantagem institucional. O livre mercado vai sendo substituído por um mercado tutelado, onde toda grande decisão precisa atravessar filtros políticos invisíveis. É exatamente nesse ambiente que a Warner está presa hoje. Zaslav tenta conduzir a venda da empresa, anuncia o comprador, mas ainda patina em um suposto acordo prévio. O comprador pretendido sempre foi a Netflix, sob a liderança de Ted Sarandos. O motivo é simples e nada sofisticado: Zaslav não gosta de Donald Trump. Não há cálculo estratégico elevado nem tese cultural profunda, há antipatia política. E isso, por si só, não deveria importar absolutamente nada. O que importa é a consequência. Ele não consegue vender a empresa para quem quer. No modelo de capital aberto, a decisão final não pertence ao gestor nem ao controlador nominal. Ela é capturada pela vantagem majoritária de acionistas abstratos, por ofertas hostis concorrentes e pelo peso do lobby regulatório. O comando executivo perde autonomia, a empresa entra em paralisia estratégica e o ativo cultural fica suspenso em um limbo permanente. Quando o dono não manda, a empresa já não é privada, ela é apenas formalmente privada. Esse mesmo modelo ajuda a explicar a degradação cultural de Hollywood, mas não da forma simplista que muitos repetem. Durante anos, a indústria foi dominada por uma agenda ideológica conhecida como woke, não porque o mercado pediu isso, mas porque o mercado deixou de existir de verdade. A fragmentação da propriedade, somada à interferência estatal indireta e ao lobby político-cultural, criou um ambiente onde decisões passaram a ser guiadas por medo regulatório, ameaças de cancelamento institucional e alinhamento com burocracias culturais. O Estado não precisou censurar diretamente. Ele terceirizou a censura. Quando ninguém manda de verdade, quem grita mais alto e quem controla regras, incentivos e punições, assume o comando. O resultado foi uma indústria cultural alienada do público, protegida por barreiras institucionais e cada vez mais hostil ao consumidor real. É aqui que o contraste com empresas verdadeiramente privadas se torna impossível de ignorar. A Valve é um exemplo raro e didático de como o capitalismo funciona quando ainda é capitalismo. Empresa de capital fechado, controle real dos fundadores e decisões tomadas com base em visão de longo prazo, não em pressão trimestral. A Valve criou a Steam, que revolucionou a distribuição de jogos no PC, ampliou o mercado, reduziu pirataria e deu ferramentas para pequenos desenvolvedores competirem em pé de igualdade com gigantes. Em vez de sugar o ecossistema, a Valve investiu nele. Criou sistemas de avaliação pelos próprios usuários, fomentou mods, comunidades, campeonatos e economias internas que beneficiaram jogadores e criadores. Quando decidiu entrar em hardware, não fez para travar o mercado, mas para ampliá-lo. O Steam Deck não fechou o usuário em um jardim murado, ele expandiu o acesso ao PC gaming, estimulou concorrência e forçou o setor inteiro a evoluir. Nada disso veio de lobby estatal.Nada disso veio de pressão regulatória.Nada disso veio de acionistas abstratos exigindo retorno imediato. Veio de risco, decisão e responsabilidade. Isso é capitalismo real. Livre iniciativa, investimento direto, fortalecimento de comunidades e melhora contínua da qualidade entregue ao consumidor. Sem interferência política disfarçada, sem censura indireta, sem engenharia social embutida em “governança”. O que vemos hoje no entretenimento e cada vez mais na tecnologia, é outra coisa. É um sistema que se apresenta como mercado, mas funciona como um aparelho político-financeiro, onde a propriedade é nominal, o controle é coletivo e o Estado atua sem jamais assumir o nome. O capital aberto, nesse formato moderno, não é uma evolução do capitalismo.É a sua negação prática. E talvez a pergunta final seja a mais incômoda de todas: o mundo passou séculos inovando, criando riqueza, cultura e tecnologia sem esse modelo de capital aberto moderno. Se ele hoje paralisa decisões, destrói autonomia, captura empresas e degrada o livre mercado, por quanto tempo ainda vamos fingir que ele é indispensável e não exatamente o contrário?
Homem que estuprou, matou e esquartejou menino de 9 anos é executado horas depois de deixar a cadeia

Na manhã desta quarta-feira (10), em Sinop (MT), o pedreiro João Ferreira da Silva, condenado por estvpr4r e mat4r um menino de 9 anos em 2005, foi execut4do a tiros poucas horas após deixar a Penitenciária Osvaldo Ferreira Leite, onde cumpria pena há cerca de 20 anos. O crime aconteceu em frente a uma pousada, e câmeras de segurança registraram dois homens se aproximando de João e atir4ndo contra ele antes de fugirem do local. João havia saído da prisão na terça-feira (9) após obter progressão de regime, passando do fechado para o semiaberto, decisão tomada pela Justiça em função de seu comportamento carcerário. Ele respondia a uma condenação de 42 anos por estvpr0 de vulnerável, hom1cídio qualificado e ocultação de c4dáver pelo caso do menino Bruno Aparecido dos Santos, atraído para uma obra e posteriormente ass4ssin4do e enterrado. A Polícia Civil de Mato Grosso, junto à perícia, isolou a área e iniciou as investigações para identificar os responsáveis pelo h0micíd1o e determinar se a execução tem relação direta com a libertação recente de João. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as apurações seguem em andamento para esclarecer a motivação e a autoria do ataque. Sei que não devo, más vou dar minha opinião… Espero que a polícia não vá atrás de quem livrou o mundo desse monstro.
O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra nove pessoas por suspeita de organização criminosa e lavagem de dinheiro na Operação Coffee Break, que investiga desvio de verbas da Educação em cidades do interior paulista.

A acusação pede que o TRF-3 abra novo inquérito para apurar a possível participação de Carla Ariane Trindade, ex-nora de Lula, e de Kalil Bittar, ex-sócio de Lulinha. O MPF afirma que Carla fez seis viagens a Brasília pagas por André Mariano para buscar apoio a projetos ligados ao esquema. Kalil é apontado como recebedor de uma mesada de 210 mil reais vinda de Mariano. A defesa dele nega e diz que os valores se referem a serviços prestados. A ex-esposa dele teria intermediado depósitos no total de 60 mil reais em 2023. O empresário André Mariano e o doleiro Abdalla Ahmad Fares estão entre os nomes que o MPF quer transformar em réus. Eles são acusados de superfaturar livros e pagar propina por meio de operadores financeiros, doleiros e movimentação em criptomoedas. Até uma loja de vinhos teria sido usada para lavar parte do dinheiro. A denúncia ainda solicita 24 novas apurações envolvendo outros possíveis participantes, como o lobista Magno Romero e o vice-prefeito afastado de Hortolândia, Cafu Cesar. As defesas dos acusados alegam inocência e afirmam que apresentarão todos os esclarecimentos no processo.
Câmara aprova projeto que irá reduzir as penas das vítimas do judiciário. Justiça começa a ser feita

Câmara aprova redução de penas para Bolsonaro e condenados por suposta tentativa de golpe: Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. O projeto segue para análise do Senado Federal. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o texto base do chamado projeto de lei da Dosimetria. A proposta reduz as penas e o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos condenados pela tentativa de golpe de Estado que culminou nos atentados de 8 de janeiro de 2023. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. O projeto segue para análise do Senado Federal. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a proposta será votada ainda em 2025. Caso seja aprovado, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode optar pelo veto integral ou parcial do texto. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. 72 deputados estavam ausentes. Todos os 65 deputados presentes do PT votaram contra o projeto de lei; 75 deputados do PL votaram a favor da redução de penas. O único voto contrário do partido foi de Osmar Terra (PL-RS); Todos deputados presentes do PSOL (12 votos), PCdoB (9 votos), PV (3 votos) e Rede (3 votos) tiveram votos contrários; Já todos os deputados presentes do PRD (5 votos), Novo (5 votos) e Cidadania (3 votos), tiveram votos favoráveis ao projeto; A maioria dos deputados presentes do União Brasil (47 a favor e 4 contra), do PP (39 a favor e 2 contra), do PSD (24 a favor e 12 contra), Republicanos (32 a favor e 2 contra), do MDB (25 a favor e 5 contra), do Podemos (14 votos a favor e 1 contra), Avante (6 a favor e 1 contra) e Solidariedade (4 a favor e 1 contra) votaram a favoráveis ao projeto; PDT e PSB tiveram a maioria dos deputados votando contra o projeto: 13 a contra e 1 a favor, e 12 contra e 1 a favor, respectivamente; A única abstenção foi do deputado Sydney Leite (PSD-AM).
Mais segurança para agricultores

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o projeto que libera o porte de arma de fogo no meio rural para proprietários e trabalhadores rurais. A proposta, de autoria do deputado Afonso Hamm, permite que maiores de 25 anos solicitem a licença mediante apresentação de documentos pessoais, comprovação de residência e atestado de bons antecedentes. O texto prevê que o porte seja restrito ao ambiente rural e busca oferecer meios legais de defesa para famílias que vivem em áreas onde o acesso à segurança pública é menor. O projeto segue para análise das próximas comissões antes de avançar ao plenário.
A FUSÃO NETFLIX–WARNER É UM RISCO EXTRATERRESTRE PARA O ENTRETENIMENTO

A anunciada aquisição da Warner Bros. pela Netflix representa um dos movimentos corporativos mais controversos e potencialmente destrutivos da história do entretenimento moderno. Embora fusões e aquisições sejam comuns em Hollywood, esta operação em particular reúne características que extrapolam qualquer precedente conhecido. Não se trata apenas da venda de um estúdio, trata-se da transferência de um século de patrimônio cultural, artístico e narrativo para uma empresa cuja atuação é concentrada em apenas um eixo: dominar o audiovisual global. É uma fusão que desloca o equilíbrio do mercado de forma tão violenta que já provoca reações políticas, regulatórias e institucionais. E com razão. Para começar, é fundamental compreender a assimetria entre os players envolvidos. A Warner Bros., junto com a HBO, é responsável por alguns dos pilares do cinema e da televisão mundial. Seu catálogo combina legado artístico, grandes franquias e um ecossistema criativo que formou gerações. A Netflix, por sua vez, opera com lógica oposta: volume, velocidade, algoritmos e decisões baseadas em retenção. Juntas, essas culturas não se complementam, colidem. E essa colisão teria o efeito de transformar a Warner, possivelmente, numa produtora rebaixada e subordinada a métricas de engajamento, sufocando a alma cinematográfica que moldou a história do audiovisual. A escala do risco é tão grande que exige analogias igualmente grandiosas. Uma fusão desse tipo é comparável a Nintendo comprar a divisão Xbox da Microsoft, um movimento que concentraria o mercado de games numa única linha dominante, eliminando diversidade tecnológica e narrativa. É também equivalente a Amazon comprar a Azure, absorvendo a segunda maior nuvem do mundo e criando um oligopólio computacional sem precedentes. Nos dois casos, seria impensável permitir que um líder absoluto absorvesse um competidor direto em seu próprio ecossistema. E ainda assim, o impacto Netflix-Warner pode ser ainda mais devastador, porque o entretenimento não é apenas um produto: é cultura, identidade, memória coletiva. Para ilustrar por que isso é tão grave, basta comparar esse cenário com outro possível comprador: a Paramount. Embora menor, a Paramount representa um modelo de negócio híbrido e equilibrado, com TV aberta, streaming, cinema e um ecossistema diversificado. Uma aquisição desse porte fortaleceria sua capacidade de competir sem ameaçar o mercado como um todo. A compra pela Paramount não concentraria poder, e sim distribuiria melhor a disputa entre os players existentes. O mesmo vale para gigantes como Disney e Amazon, empresas com múltiplos braços industriais, parques, merchandising, esportes, varejo, tecnologia, cloud, que não dependem exclusivamente do audiovisual para sobreviver. Mesmo que engordassem com a Warner, não se tornariam hegemônicas em um único setor. A Netflix, por outro lado, é um pure player. Seu negócio é exclusivamente entretenimento. Toda sua receita, todo seu poder e toda sua estratégia giram em torno de uma única variável: controlar o que o mundo assiste. Injetar a Warner nesse núcleo não “cresce a empresa”: hipertrofia seu poder de forma instantânea. O que ocorre não é expansão, e sim dominância vertical. A empresa passa a controlar catálogo, legado histórico, produção contemporânea e distribuição global. Não existe paralelo na história recente do audiovisual. É a mesma diferença entre uma empresa diversificada ganhar força e um predador especializado ganhar massa muscular explosiva no único habitat em que vive. O problema se agrava porque o modelo da Netflix não foi construído para preservar identidades criativas, e sim para maximizar eficiência. A HBO, com sua tradição de excelência artística, corre risco direto. A Warner, com sua ousadia cinematográfica: Mad Max, Duna, Matrix, Harry Potter, pode ser engolida pelo pragmatismo algorítmico. E o público perde. Perde diversidade, perde inovação, perde o processo lento e cuidadoso que constrói obras-primas. Ganha-se, no máximo, um oceano de conteúdo padronizado. Por fim, a fusão representa uma ameaça econômica e cultural que ultrapassa o debate empresarial. Trata-se de uma tentativa de concentrar poder narrativo num grau que nenhuma democracia moderna deveria aceitar sem amplo escrutínio. É por isso que diversos setores da sociedade: especialistas, legisladores, criadores, consumidores e defensores da concorrência já se movimentam em diferentes frentes para contestar a operação. Em um cenário onde fusões muito menores sofreram bloqueios recentes, como Nvidia e ARM, Amazon e iRobot ou Meta e Giphy, é plausível que este caso também seja alvo de forte resistência institucional. E é essencial que seja assim: permitir que uma única empresa controle passado, presente e futuro do audiovisual é incompatível com a diversidade cultural, com a livre concorrência e com o interesse público.
Jornalista que chamou Laurinha Bolsonaro de ‘puta’ é condenada a detenção, multa e indenização

Jornalista que chamou Laurinha Bolsonaro de ‘puta’ é condenada a detenção, multa e indenização Decisão fixa 3 meses e 30 dias de detenção, multa de 10 salários mínimos e indenização de R$ 10 mil após ofensiva nas redes sociais envolvendo a filha de Michelle e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/X A jornalista Bárbara Gancia foi condenada a 3 meses e 30 dias de detenção pelo crime de injúria cometido contra Laurinha Bolsonaro, filha de Michelle e do presidente Bolsonaro. A sentença inclui também o pagamento de multa correspondente a 10 salários mínimos e uma indenização fixada em R$ 10 mil. A decisão decorre de publicações feitas por Gancia nas redes sociais, quando, ao criticar o presidente por um caso envolvendo adolescentes venezuelanas, ela citou Laura e a chamou de “p…”. Na ocasião, a jornalista escreveu que, “para bolsonarista imbrochável feito o nosso presidente, quando a filha do Bolsonaro se arruma, ela parece uma p…”. A primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu imediatamente após a publicação, afirmando: “Só lembrando a esta senhora que minha filha Laura é uma criança. Medidas serão tomadas”, em postagem realizada no Instagram. O advogado João Henrique N. de Freitas, responsável pela representação judicial, afirmou que a condenação confirma o zelo e a responsabilização por ataques contra menores. “Alertei à época, e reafirmo agora: nas agressões como aquela à filha de D. Michelle e do Pr Jair Bolsonaro não ficarão impunes. Criança é sagrada, e não instrumento político”, declarou.