Morre a cantora Preta Gil

Morreu, aos 50 anos, a cantora Preta Gil, após uma longa batalha contra o câncer. A notícia foi confirmada pela coluna Fábia Oliveira e pela assessoria da artista ao Metrópoles. Preta foi diagnosticada com câncer de intestino em janeiro de 2023. Na época, ela procurou o hospital após sentir um incômodo e passou dias internada, passando por exames. Foi constatado que a artista estava com adenocarcinoma — um tumor maligno que pode acometer vários órgãos, como pulmões, intestino, mama, próstata e estômago. Ela iniciou o tratamento na semana seguinte. Em dezembro do mesmo ano, Preta comemorou a cura do câncer e o fim do tratamento. Entretanto, em agosto de 2024, Preta anunciou o retorno da doença em outras partes do corpo. Desde então, a cantora passou por vários altos e baixo, chegando a buscar tratamento em Washington, nos Estados Unidos.
O CERCO SE FECHA: UE Pronta para Apoiar Sanções dos EUA Contra a Cúpula do Judiciário Brasileiro

O cerco internacional está se fechando contra os ministros do Supremo Tribunal Federal — e, desta vez, pode não haver rota de fuga. Após articulações discretas em Washington, os ministros da mais alta corte do Brasil podem se tornar alvos diretos da Lei Magnitsky, legislação dos Estados Unidos voltada para punir abusos de direitos humanos e corrupção institucionalizada. Mas o verdadeiro golpe não vem só dos americanos. Graças a acordos e diretrizes jurídicas conjuntas, as sanções aplicadas pelos EUA são frequentemente replicadas de forma quase automática pela União Europeia, Reino Unido, Canadá e Austrália. Ou seja: qualquer ministro sancionado pelos americanos enfrentará um efeito dominó devastador em praticamente todo o mundo ocidental. As consequências são brutais. Perda de vistos para toda a União Europeia e área Schengen, bloqueio de contas bancárias em paraísos fiscais europeus, impossibilidade de viajar, investir ou residir em dezenas de países democráticos. E isso inclui os destinos prediletos da elite brasileira: vinhedos na França, mansões na Itália, contas discretas na Suíça. O sonho dos filhos de estudar fora? Cancelado. O apartamento em Lisboa? Congelado. O passaporte diplomático? Inútil. E não se trata apenas de desconforto pessoal. É um colapso institucional com repercussões globais. A credibilidade do Judiciário brasileiro está por um fio — e o Ocidente parece pronto para cortá-lo. Depois de anos posando como “defensores da democracia” em eventos internacionais, os ministros agora enfrentam o risco de entrar para a mesma lista de oligarcas e ditadores sancionados por violações graves. E a bomba não para por aí. Há informações de que os Estados Unidos avaliam impor tarifas de até 100% sobre produtos brasileiros já na próxima semana. Se confirmada, essa medida atingirá diretamente o setor agrícola e exportador — que depende fortemente do mercado americano. A Europa, por sua vez, já estuda elaborar sua própria lista negra, reforçando o cerco diplomático e econômico. O momento não poderia ser pior. Com o país em crise institucional, sanções internacionais podem empurrar o Brasil para o isolamento diplomático mais profundo de sua história recente. E o recado está claro: quem brinca de ditadura, uma hora paga a conta.
O Cerco Se Fecha: UE Pronta para Apoiar Sanções dos EUA Contra a Cúpula do Judiciário Brasileiro

O cerco internacional está se fechando contra os ministros do Supremo Tribunal Federal — e, desta vez, pode não haver rota de fuga. Após articulações discretas em Washington, os ministros da mais alta corte do Brasil podem se tornar alvos diretos da Lei Magnitsky, legislação dos Estados Unidos voltada para punir abusos de direitos humanos e corrupção institucionalizada. Mas o verdadeiro golpe não vem só dos americanos. Graças a acordos e diretrizes jurídicas conjuntas, as sanções aplicadas pelos EUA são frequentemente replicadas de forma quase automática pela União Europeia, Reino Unido, Canadá e Austrália. Ou seja: qualquer ministro sancionado pelos americanos enfrentará um efeito dominó devastador em praticamente todo o mundo ocidental. As consequências são brutais. Perda de vistos para toda a União Europeia e área Schengen, bloqueio de contas bancárias em paraísos fiscais europeus, impossibilidade de viajar, investir ou residir em dezenas de países democráticos. E isso inclui os destinos prediletos da elite brasileira: vinhedos na França, mansões na Itália, contas discretas na Suíça. O sonho dos filhos de estudar fora? Cancelado. O apartamento em Lisboa? Congelado. O passaporte diplomático? Inútil. E não se trata apenas de desconforto pessoal. É um colapso institucional com repercussões globais. A credibilidade do Judiciário brasileiro está por um fio — e o Ocidente parece pronto para cortá-lo. Depois de anos posando como “defensores da democracia” em eventos internacionais, os ministros agora enfrentam o risco de entrar para a mesma lista de oligarcas e ditadores sancionados por violações graves. E a bomba não para por aí. Há informações de que os Estados Unidos avaliam impor tarifas de até 100% sobre produtos brasileiros já na próxima semana. Se confirmada, essa medida atingirá diretamente o setor agrícola e exportador — que depende fortemente do mercado americano. A Europa, por sua vez, já estuda elaborar sua própria lista negra, reforçando o cerco diplomático e econômico. O momento não poderia ser pior. Com o país em crise institucional, sanções internacionais podem empurrar o Brasil para o isolamento diplomático mais profundo de sua história recente. E o recado está claro: quem brinca de ditadura, uma hora paga a conta.
Moraes Vai Sofrer Novas Sanções dos EUA na Próxima Semana

Fontes ligadas ao entorno de Eduardo Bolsonaro afirmam que o governo dos Estados Unidos planeja anunciar novas sanções contra Alexandre de Moraes e outros ministros do STF já na próxima semana. A informação foi divulgada pelo site IstoÉ, citando o deputado Sóstenes Cavalcante (PL‑RJ). A sanção viria como resposta à revogação de vistos ocorrida em 18 de julho. Nos registros que circulam, o pedido de punições extras inclui expansão de sanções comerciais, aplicação da Lei Magnitsky, restrições tecnológicas como bloqueio de GPS, ações conjuntas com a OTAN e até possível expulsão de diplomatas brasileiros de Washington. Em entrevista à CNN Brasil, analistas ligados ao movimento bolsonarista comentaram que “todas as opções estão na mesa da Casa Branca” e que Trump estaria pronto para intensificar a pressão contra quem atenta contra a liberdade de expressão e Bolsonaro. O caso segue em evolução. A diplomacia brasileira já contesta a postura americana, e reações em Brasília podem incluir retaliações diretas. Para muitos próximos a Bolsonaro, esse pacote de sanções seria o mais duro já registrado entre Brasil e EUA.
Filha de Barroso tem visto cancelado nos EUA e pode ser deportada

O governo dos Estados Unidos cancelou o visto de residência de Luna Van Brussel Barroso, filha do presidente do STF, Luís Roberto Barroso. A medida tem efeito imediato, e Luna deve deixar o país nos próximos dias, sob risco de deportação caso não o faça voluntariamente. A decisão do Departamento de Estado foi tomada sem aviso prévio e não cabe recurso. O episódio gerou surpresa no meio diplomático e é visto por interlocutores de Barroso como um gesto político. Até o momento, não houve manifestações oficiais do STF, da embaixada americana ou da família Barroso.
Diretor da polícia federal e delegado da polícia federal também tiveram seus vistos suspensos

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o delegado Fábio Schor, responsável pelas investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, também tiveram seus vistos para os Estados Unidos cancelados. Eles foram incluídos na lista de aliados do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estão sendo sancionados pelo governo americano. A medida foi anunciada nesta sexta-feira (18) pelo secretário de Estado Marco Rubio, aliado do presidente Donald Trump, e coincide com o mesmo dia em que Moraes determinou restrições severas a Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar. Confira a lista de quem perdeu o visto: Alexandre de Moraes Luís Roberto Barroso Gilmar Mendes Edson Fachin Cármen Lúcia Dias Toffoli Cristiano Zanin Flávio Dino Paulo Gonet Andrei Rodrigues Fábio Schor Ricardo Lewandowski Rodrigo Pacheco A casa branca estuda a revogação dos vistos de outros brasileiros, como políticos, jornalistas e empresários ligados ao regime atual.
USA DETERMINA A SUSPENSÃO DOS VISTOS DE MINISTROS DO STF E SEUS FAMILIARES.

O secretário de Estado do governo de Donald Trump, nos EUA, Marco Rubio, afirmou na noite desta sexta-feira (18) que determinou o cancelamento do visto do ministro Alexandre de Moraes e de todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tal como de todos os seus familiares. “O presidente Trump deixou claro que seu governo responsabilizará estrangeiros responsáveis pela censura de expressão protegida nos Estados Unidos. A caça às bruxas política do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão abrangente que não apenas viola direitos básicos dos brasileiros, mas também se estende além das fronteiras do Brasil, atingindo os americanos. Portanto, ordenei a revogação dos vistos de Moraes e seus aliados no tribunal, bem como de seus familiares próximos, com efeito imediato”, declarou Rubio. A decisão de Marco Rubio ocorre no mesmo dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de operação da Polícia Federal (PF), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que entendeu que Bolsonaro, em conluio com seu filho Eduardo Bolsonaro, atentou contra a soberania do Brasil ao provocar o governo de Donald Trump a sancionar o país e, dessa forma, interferir no julgamento de todos os envolvidos na suposta trama golpista.
Presidente Donald Trump escreve nova Carta Oficial ao Presidente Bolsonaro

Confira o conteúdo da carta na íntegra. A CASA BRANCA WASHINGTON Prezado Sr. Bolsonaro, Vi o tratamento terrível que você está recebendo nas mãos de um sistema injusto que se voltou contra você. Esse julgamento deve terminar imediatamente! Não estou surpreso em vê-lo liderando nas pesquisas; você foi um líder altamente respeitado e forte, que serviu bem ao seu país. Compartilho do seu compromisso em ouvir a voz do povo e estou muito preocupado com os ataques à liberdade de expressão — tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos — provenientes do atual governo. Tenho manifestado fortemente minha desaprovação, tanto publicamente quanto por meio da nossa política tarifária. É minha sincera esperança que o Governo do Brasil mude de rumo, pare de atacar os opositores políticos e encerre esse regime ridículo de censura. Estarei acompanhando de perto. Atenciosamente, DONALD J. TRUMP PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Vacinas contra Covid-19 devem avisar sobre miocardite, diz agência dos EUA

A Administração de Drogas e Alimentos (FDA), agência sanitária dos Estados Unidos, atualizou no mês passado (25) sua política de rotulação e informação a respeito dos efeitos colaterais das duas vacinas contra Covid-19 baseadas em nanopartículas de mRNA. As bulas dos imunizantes, produzidos pelas farmacêuticas Pfizer e Moderna, devem agora apresentar informações adicionais de segurança a respeito do risco de inflamação no músculo cardíaco (miocardite) e no revestimento do coração (pericardite). As bulas devem agora especificar que o maior risco dos problemas foi observado em homens entre os 12 e 24 anos de idade: 27 casos em um milhão de vacinados. É mais que o triplo do risco geral para indivíduos de ambos os sexos entre os seis meses e 64 anos de idade — oito em um milhão. Os médicos e pacientes agora também devem ser informados sobre o prognóstico daqueles que desenvolveram miocardite ou pericardite vacinal. As bulas deverão citar um estudo que indicou que, numa mediana de cinco meses após a vacinação, o exame de acompanhamento mostrou que foi comum “a persistência de sinais anormais em imagens de ressonância magnética que são uma marca de danos ao miocárdio”. Além disso, o texto da FDA a ser implementado aponta que a importância desses sinais para a evolução do quadro dos pacientes é desconhecida. O que é miocardite vacinal e quais os sintomas mais comuns Para Ellen Guimarães, cardiologista que atua em Goiânia, a iniciativa da FDA é uma boa notícia. “A miocardite vacinal deve constar entre os possíveis efeitos colaterais da vacina de mRNA, ainda que tenha baixa frequência”, disse a médica à Gazeta do Povo. “É um efeito raro, mais visto em população jovem masculina, mas tinha que ser descrito”. Guimarães atendeu a pacientes com miocardite vacinal. Sintomas comuns são dor no peito, falta de ar e palpitações. Para a especialista, mesmo os casos considerados “leves” exigem acompanhamento, pois a inflamação pode deixar cicatrizes no coração cujo risco a longo prazo ainda está sendo desvendado. Novos tempos: anúncio foi feito por crítico das políticas de vacinação contra Covid-19 Quem explicou a atualização nas bulas, em coletiva de 1º de julho, foi o hematologista e oncologista Vinay Prasad, novo diretor médico e científico do Centro de Avaliação e Pesquisa de Produtos Biológicos da FDA, um dos seis principais núcleos da agência. O especialista fez um alerta a respeito de um sinal encontrado na ressonância magnética cardíaca de alguns dos pacientes com miocardite vacinal: o “realce tardio com gadolínio” (RTG). Trata-se do acúmulo de uma substância de contraste para o exame em áreas do músculo cardíaco que estão danificadas. Cinco meses após os primeiros sintomas, 60% dos pacientes continuavam a apresentar esse sinal, disse o médico. “Não é uma descoberta clínica benigna”, disse Prasad. “Múltiplos estudos documentam que o RTG é um fator de prognóstico ruim. Em muitos quadros cardíacos, incluindo em pacientes com a miocardite, foi associado a mais eventos cardiovasculares futuros e até aumento de mortalidade”. Dos pacientes que apresentam o RTG após miocardite vacinal, 92% são homens. A FDA faz parte do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), hoje chefiado por Robert F. Kennedy Jr. desde que o político, conhecido por postura cética contra vacinas em geral, foi nomeado para o cargo pelo presidente Donald Trump. Prasad, contudo, tem as credenciais e produção científica que faltam a Kennedy, a quem ele já criticou no passado. O médico e cientista foi uma das vozes mais influentes contra as políticas pandêmicas e de vacinação do governo Joe Biden. Em janeiro de 2023, ele criticou seu antecessor no cargo, Peter Marks, por “ter eliminado todas as vozes dissidentes dentro da FDA”. Marks estava “obstinado a sacrificar a medicina baseada em evidências em um esforço para dar à Pfizer uma reserva de mercado perpétua com as pessoas mais jovens”, escreveu Prasad em seu blog na época. Agora ocupando o cargo de Marks, ele anunciou que se afastaria do debate público e das redes sociais. O que dizem os estudos Uma das revisões científicas mais recentes sobre pericardite e miocardite vacinais foi liderada por Lilly Engineer, da Faculdade de Medicina Johns Hopkins (EUA), e publicada na revista Epidemiologic Reviews. A conclusão de Engineer e seus colegas foi que o risco dos problemas em meninos entre os 12 e 17 anos, após duas doses da vacina de mRNA, foi de dez casos a cada 100 mil inoculados. É quase quatro vezes maior que o risco incluído nas novas bulas, embora as faixas etárias sejam ligeiramente diferentes. Sobre a miocardite que poderia vir da própria Covid-19, Prasad comentou na coletiva que a vacinal é uma entidade clínica distinta, com provável envolvimento do sistema imunológico. Ele critica estudos que compararam as duas miocardites como se tivessem natureza similar e que trataram a elevação de uma substância no sangue, chamada troponina, como se fossem sinônimo de miocardite pós-Covid. “Além disso, muitos pacientes ainda podem ter Covid algum tempo depois da vacinação, sendo expostos a ambos os riscos”, explicou o hematologista. Ele informou que a FDA vai fazer uma nova avaliação de custo-benefício das vacinas de mRNA. “As taxas de quadro severo de Covid estão caindo com as imunidades vacinal e natural, e com a evolução do vírus”, concluiu.
Advogado de Filipe Martins Jeffrey chiqini faz duro desabafo em sua rede social X.

O advogado de defesa do ex acessor do ex presidente Jair Bolsonaro, usou a plataforma X para fazer um desabafo em relação a seu cliente, Filipe Martins. “Como advogado de Filipe Martins, afirmo com absoluta convicção: meu cliente foi mantido preso ilegalmente por mais de seis meses, sem indiciamento, sem denúncia, sob pressão e sob tortura, com base numa acusação tão absurda quanto falsa, uma viagem que ele jamais realizou e que ele sequer era proibido de realizar. Hoje o Brasil todo sabe disso. E, como essas ilegalidades foram expostas publicamente a todos, o Filipe segue sob censura, sem poder se manifestar, sem poder conceder entrevistas e é proibido até de ser filmado ou fotografado. Tentam esconder Filipe Martins e jogar seu caso no esquecimento porque ele se tornou o exemplo vivo de todas as ilegalidades que temos enfrentando neste momento tenebroso do nosso país: perseguições política, prisões arbitrárias, tentativas de forçar delações falsas para implicar alvos políticas, censura e outros ataques sistemáticos às liberdades e garantias fundamentais. Filipe foi preso para forçá-lo a delatar mentiras. Foi pressionado para construir uma narrativa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Resistiu. Foi colocado numa solitária, mas não cedeu. Deixou claro que preferia morrer na cadeia a acusar falsamente pessoas inocentes. E agora, por ter resistido, tentam silenciá-lo. Até quando essas ilegalidades persistirão? Até quando meu cliente será mantido em prisão domiciliar, proibido até de existir, apenas porque a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República não sabem como esconder as ilegalidades cometidas contra ele? Essa é a face do Brasil que hoje choca o mundo e que, infelizmente, já começa a cobrar um preço alto — político, moral, diplomático e econômico — de todo o Brasil”.